Pensamento e Acçao Politica - Portugal Século XX (1890-1976)

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Fernando Rosas - Pensamento e Acçao Politica - Portugal Século XX (1890-1976).
Portugal do século XX, até a rotura de 1974/75, é, do ponto de vista politico, marcado por três caracteristicas : longas pemanenciâs, designadamente... Lire la suite
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Résumé

Portugal do século XX, até a rotura de 1974/75, é, do ponto de vista politico, marcado por três caracteristicas : longas pemanenciâs, designadamente longos processos de crise terminal (a crise do liberalismo monárquico entre 1890 e 1910, o Estado Novo e a deterioraçao que se arrasta desde o inicio dos anos 60); incapacidade de processos endogenos de reforma ou de transiçao modernizeante a partir das elites dos grupos dominantes, soluçoes de rotura violenta no film da linha, tornadas quase inevitàveis pelo estado de isolamento e apodrecimento dos regimes durrubados em qualquer das três situaçoes históricas em que isso vai acontecer (1910, 1926 e 1974).
Mos as roturas revolucionarias feitas em nome da modernizaçáo politica democrática e do desenvolvimento económico-social, ou vao falir rotudamente como tentativas de mudança, abrindo o caminho ás alternativas facizantes e antidemocráticas, ou, como em 74/75, serao de uma radicalidade real mas breve, gerando processos de modernizaçao efectivos mas tardios. E certo que o Estado Novo, sobretudo após a II Guerra Mundial, fará vrescer economicamente o país a ritmo acelerado, acompanhando e benficiando dos 30 anos de ininterrupta prosperidade europeia.
Mas é um crescimento a que só dificimente se pode dar o epíteto de modernizaçao: sem democracia, sem pratidos politicos, sem liberdade de expressao, sem justiça social, sem liberdade sindical, sem direito à greve e com opressao política, com emigraçao maciça, com un analfabetismo esmagador e com uma guerra sem sentido e sem film nas colónias. Parte destas características podem ser compreendidas pela natureza das elites dominantes : pouco numerosas mas muito oligarquizadas, com forte peso dos sectores mais parasitários, de cultura maioritariamente tradicionalista e ultraconservada, quase sempre indisponíveis para correr riscos, em geral, e de protagonizar processos de reforma modernizantes, em particular.

Caractéristiques

  • Date de parution
    01/03/2004
  • Editeur
    Editorial Noticias
  • Collection
    Biblioteca de Historia
  • ISBN
    972-46-1523-5
  • EAN
    9789724615233
  • Présentation
    Broché
  • Nb. de pages
    162 pages
  • Poids
    0.29 Kg
  • Dimensions
    15,0 cm × 23,0 cm × 1,0 cm

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À propos de l'auteur

Biographie de Fernando Rosas

Fernando Rosas é Professor Catedrático de História Contemporânea na Faculdade de Ciências Sociaisz e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, onde também dirige o Curso de pós-Graduaçao em História do Século XX e preside ao Instituto de História Contemporânea da Universidade Nova de Lisboa. E autor de uma diversificada bibliografia sobre a História de Portugal Século XX em geral e sobre a história do Estado Novo em particular, área da sua reconhecida especializaçao.
E director da revista História e presença habitual nos órgaos de informaçao como comentador nas áreas da sua especialidade. Publicou nasta colcça, em 2002, O Salazarismo e o Fomento Económico. Entre as suas obras mais relevantes contam-se O Estado Novo nos Anos Trinta, Estampa, 1986; Portugal entre a Paz e a Guerra (1939-1945), Estampa, 1990; "Portugal e o Estado Novo", in Nova História de Portugal?, vol.
XII (dir. Joel Serrao e A.H. de Oliveira Marques), Presença, 1992; "O Estado Novo", in História do Estado Novo (coord.), 2 volumes, Circulo de leitores, 1996/1997.

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