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A Alvorada dos Ladrões. HISTÓRIAS DE TERROR EM PORTUGUÊS - BREDEVOORT VAN DEN BERG, #3
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- FormatePub
- ISBN8233246586
- EAN9798233246586
- Date de parution19/02/2026
- Protection num.pas de protection
- Infos supplémentairesepub
- ÉditeurLinda Balsamo
Résumé
A ALVORADA DOS LADRÕES - HISTÓRIA DE TERROR EM PORTUGUÊS - BREDEVOORT VAN DEN BERGNo coração sombrio do planalto, onde o ar não cheira a poeira mas sim a sonhos em decomposição, encontramos Willem Strydom. Ele é um Intérprete de Sinais, um mestre na arte de desbloquear fechaduras, mas o seu verdadeiro dom reside na capacidade de transgredir os limites entre o tangível e o inefável. Um chamado sinistro arrasta-o do seu exílio autoimposto, forçando-o a juntar-se a uma equipa disfuncional para um último e impossível assalto: o cofre Aurora.
Este cofre não é uma entidade inanimada, mas um organismo vivo, psíquico e inteligente, que não guarda apenas dados preciosos, mas também as memórias mais profundas e os sonhos da humanidade. À medida que a equipa se infiltra na sua arquitetura orgânica e pulsante, a tensão aumenta de forma implacável. São perseguidos por um sistema imunitário capaz de aniquilar tanto o corpo como a psique. A traição espreita em cada recanto, e os demónios interiores de cada elemento ameaçam desmantelar a missão a qualquer momento.
Neste thriller psíquico, escrito na tradição do suspense gótico e da ficção metafísica, o leitor é conduzido por uma jornada inesquecível pela fronteira entre a tecnologia e a consciência. Um romance onde o preço da verdade pode ser a própria identidade e onde nos questionamos se existirá uma escapatória para o labirinto da culpa e da memória. Uma experiência de leitura visceral e indispensável para os apreciadores de suspense literário com profunda densidade filosófica. "O ar não tinha aroma.
Tinha uma textura: pó fino e o suor de sonhos a decompor-se. Era a respiração do planalto, e Willem Strydom carregava-a nos pulmões como uma doença. Estava de pé no alpendre da sua pequena quinta degradada, as suas mãos, mãos de coveiro, de dissecador, cravadas na varanda de ferro. O metal estava quente, mas o calor não vinha do sol. Exalava do interior do aço, uma febre lenta e antinatural. Diante dele estendiam-se as montanhas, não como uma nódoa negra, mas como um cadáver gigante sob um cobertor púrpura.
A nuvem que se acumulava sobre elas não estava pesada de chuva. Estava pesada de silêncio. Um silêncio espesso, húmido, que devorava o som. Lá dentro, o silêncio era pior. Não era a ausência de som. Era a presença de algo que devia estar morto há muito, mas que ainda respirava. Era a sensação de alguém por trás do ombro, mesmo sabendo que a divisão estava vazia."
Este cofre não é uma entidade inanimada, mas um organismo vivo, psíquico e inteligente, que não guarda apenas dados preciosos, mas também as memórias mais profundas e os sonhos da humanidade. À medida que a equipa se infiltra na sua arquitetura orgânica e pulsante, a tensão aumenta de forma implacável. São perseguidos por um sistema imunitário capaz de aniquilar tanto o corpo como a psique. A traição espreita em cada recanto, e os demónios interiores de cada elemento ameaçam desmantelar a missão a qualquer momento.
Neste thriller psíquico, escrito na tradição do suspense gótico e da ficção metafísica, o leitor é conduzido por uma jornada inesquecível pela fronteira entre a tecnologia e a consciência. Um romance onde o preço da verdade pode ser a própria identidade e onde nos questionamos se existirá uma escapatória para o labirinto da culpa e da memória. Uma experiência de leitura visceral e indispensável para os apreciadores de suspense literário com profunda densidade filosófica. "O ar não tinha aroma.
Tinha uma textura: pó fino e o suor de sonhos a decompor-se. Era a respiração do planalto, e Willem Strydom carregava-a nos pulmões como uma doença. Estava de pé no alpendre da sua pequena quinta degradada, as suas mãos, mãos de coveiro, de dissecador, cravadas na varanda de ferro. O metal estava quente, mas o calor não vinha do sol. Exalava do interior do aço, uma febre lenta e antinatural. Diante dele estendiam-se as montanhas, não como uma nódoa negra, mas como um cadáver gigante sob um cobertor púrpura.
A nuvem que se acumulava sobre elas não estava pesada de chuva. Estava pesada de silêncio. Um silêncio espesso, húmido, que devorava o som. Lá dentro, o silêncio era pior. Não era a ausência de som. Era a presença de algo que devia estar morto há muito, mas que ainda respirava. Era a sensação de alguém por trás do ombro, mesmo sabendo que a divisão estava vazia."























