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Palestina, Liberdade e Violência. UCG EBOOKS, #31
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- FormatePub
- ISBN978-989-9190-00-9
- EAN9789899190009
- Date de parution08/11/2023
- Protection num.pas de protection
- Infos supplémentairesepub
- ÉditeurKKYM + P.OR.K
Résumé
Com base nos fins expressos da operação militar e no deliberado visar da população civil de Gaza, com a privação de bens essenciais e indiscriminados bombardeamentos, Judith Butler não hesita em qualificar como « genocídio » a operação militar que Israel desenvolve na sequência do massacre cometido pelo Hamas em 7.10.2023. Governo de Israel e média ocidentais concorrem para desqualificar as vidas palestinas perdidas como não merecendo ser lamentadas.
Esta constatação é o resultado de um regime colonial de ocupação, que trata os palestinos como infra-humanos. Segundo a autora « esta violência a que assistimos pertence a uma violência há muito em curso, uma violência que começou há 75 anos e tem sido caracterizada por uma política sistemática de expulsões, deslocações, massacres, encarceramentos, detenções ilegais, roubo de terras e destruição de vidas.
A situação exige, de facto, uma solução política muito mais abrangente. Enquanto a Palestina não for livre e os palestinos não puderem viver como cidadãos e atores políticos num mundo em cuja construção participem - enquanto não forem politicamente autónomos e não tiverem democracia - continuaremos a assistir a actos de violência. Continuaremos a assistir à violência estrutural que produz este tipo de resistência ».
Esta constatação é o resultado de um regime colonial de ocupação, que trata os palestinos como infra-humanos. Segundo a autora « esta violência a que assistimos pertence a uma violência há muito em curso, uma violência que começou há 75 anos e tem sido caracterizada por uma política sistemática de expulsões, deslocações, massacres, encarceramentos, detenções ilegais, roubo de terras e destruição de vidas.
A situação exige, de facto, uma solução política muito mais abrangente. Enquanto a Palestina não for livre e os palestinos não puderem viver como cidadãos e atores políticos num mundo em cuja construção participem - enquanto não forem politicamente autónomos e não tiverem democracia - continuaremos a assistir a actos de violência. Continuaremos a assistir à violência estrutural que produz este tipo de resistência ».














