SOLDES
Jusqu'à -70% sur une sélection d'articles*
O ATLÂNTICO EM CHAMAS. A Guerra EUA–Irão de 2026, a Europa na Encruzilhada e a Estratégia de Portugal
Par :Formats :
Disponible dans votre compte client Decitre ou Furet du Nord dès validation de votre commande. Le format ePub est :
- Compatible avec une lecture sur My Vivlio (smartphone, tablette, ordinateur)
- Compatible avec une lecture sur liseuses Vivlio
- Pour les liseuses autres que Vivlio, vous devez utiliser le logiciel Adobe Digital Edition. Non compatible avec la lecture sur les liseuses Kindle, Remarkable et Sony
, qui est-ce ?Notre partenaire de plateforme de lecture numérique où vous retrouverez l'ensemble de vos ebooks gratuitement
Pour en savoir plus sur nos ebooks, consultez notre aide en ligne ici
- Nombre de pages155
- FormatePub
- ISBN978-94-038-8160-7
- EAN9789403881607
- Date de parution26/03/2026
- Protection num.Digital Watermarking
- Taille3 Mo
- Infos supplémentairesepub
- ÉditeurBookmundo
Résumé
Quando o Impensável se Torna Real
No dia 28 de Fevereiro de 2026, o mundo acordou para uma realidade que muitos analistas tinham previsto mas que poucos acreditavam verdadeiramente possível: os Estados Unidos da América e Israel lançaram uma ofensiva militar conjunta contra a República Islâmica do Irão. A operação, baptizada pelos americanos como Operação Fúria Épica e pelos israelitas como Operação Leão Rugidor, representou o maior confronto militar no Médio Oriente desde a invasão do Iraque em 2003 e alterou profundamente o equilíbrio geopolítico mundial.
Este livro nasceu da urgência de compreender.
Não apenas os factos - as explosões, os mísseis, os números de vítimas e os preços do petróleo - mas sobretudo as correntes profundas que conduziram a este momento: décadas de hostilidade entre Washington e Teerão, o fracasso das negociações nucleares, os protestos populares que abalaram o regime iraniano, e a convergência fatal de ambições políticas, cálculos eleitorais e pressões regionais que transformaram a retórica belicosa em acção militar.
Não apenas os factos - as explosões, os mísseis, os números de vítimas e os preços do petróleo - mas sobretudo as correntes profundas que conduziram a este momento: décadas de hostilidade entre Washington e Teerão, o fracasso das negociações nucleares, os protestos populares que abalaram o regime iraniano, e a convergência fatal de ambições políticas, cálculos eleitorais e pressões regionais que transformaram a retórica belicosa em acção militar.













