Gustavo Héctor Mahon vivió durante diecisiete años la misión en Angola, tiempo que alternó con estudios en el entonces Zaire y en Roma. Es Profesor en Filosofía y Pedagogía y Licenciado en Teología. Está casado con Berenice y es papá de Sofía y Agustín, quienes acompañan su camino. Actualmente se desempeña como Rector de un colegio secundario y Profesor de Filosofía y Pedagogía. Fuertemente identificado con el carisma salesiano, su vida y su tarea educativa buscan mantener viva la pasión por los jóvenes, la fe y la memoria de lo compartido.
Com os olhos abertos e o coração trêmulo. Memórias da Intempérie, #1
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- FormatePub
- ISBN8232374389
- EAN9798232374389
- Date de parution08/11/2025
- Protection num.pas de protection
- Infos supplémentairesepub
- ÉditeurDraft2Digital
Résumé
Com os olhos abertos e o coração trêmulo. Um ano de vida compartilhada em Kalulo - Angola 1987-1988Em 1987, em meio a uma Angola dilacerada pela guerra civil, Gustavo Héctor Mahon chegou a Kalulo, uma aldeia montanhosa no município do Libolo. Ali, entre caminhos de terra vermelha, plantações de café e o murmúrio do cacimbo, compartilhou o cotidiano com jovens, catequistas e comunidades que o acolheram com hospitalidade e esperança.
Este livro nasce dos diários escritos naquela época e torna-se um testemunho vivo, sincero e profundamente humano. Não é uma crônica nem um tratado histórico: é a perspectiva de alguém que aprendeu a reconhecer Deus nos rostos concretos de jovens como Carlos David, um catequista de apenas quinze anos, ou Arcanjo, um amigo leal e comprometido. Através deles e de tantos outros, descobrimos que a vida se sustenta nas pequenas coisas: uma canção na capela, uma conversa à sombra das árvores, um gesto de confiança em meio à incerteza.
Com um estilo acolhedor e envolvente, o autor convida o leitor a explorar cenas cotidianas que falam de amizade, fé e resiliência num contexto adverso. Recordar - trazer ao coração o que vivemos - torna-se um exercício espiritual e humano que também ilumina o nosso presente. Ao longo de cerca de 140 páginas, a narrativa entrelaça a experiência missionária, a espiritualidade salesiana e a memória histórica de um povo que, mesmo em tempos de conflito, soube manter viva a esperança.
Este livro é para quem busca:. Descobrir o valor da missão vivida ao lado dos jovens.. Encontrar testemunhos espirituais em contextos de dificuldade e guerra.. Ler histórias humanas e pessoais que entrelaçam fé, cultura e memória.. Aproximar-se da riqueza de Angola e da experiência salesiana na África. Com os olhos abertos e o coração trêmulo é mais do que uma lembrança: é um convite a deixar-se tocar pela vida dos outros, a descobrir no quotidiano a semente do eterno e a compreender que recordar é sempre amar de novo.
Este livro nasce dos diários escritos naquela época e torna-se um testemunho vivo, sincero e profundamente humano. Não é uma crônica nem um tratado histórico: é a perspectiva de alguém que aprendeu a reconhecer Deus nos rostos concretos de jovens como Carlos David, um catequista de apenas quinze anos, ou Arcanjo, um amigo leal e comprometido. Através deles e de tantos outros, descobrimos que a vida se sustenta nas pequenas coisas: uma canção na capela, uma conversa à sombra das árvores, um gesto de confiança em meio à incerteza.
Com um estilo acolhedor e envolvente, o autor convida o leitor a explorar cenas cotidianas que falam de amizade, fé e resiliência num contexto adverso. Recordar - trazer ao coração o que vivemos - torna-se um exercício espiritual e humano que também ilumina o nosso presente. Ao longo de cerca de 140 páginas, a narrativa entrelaça a experiência missionária, a espiritualidade salesiana e a memória histórica de um povo que, mesmo em tempos de conflito, soube manter viva a esperança.
Este livro é para quem busca:. Descobrir o valor da missão vivida ao lado dos jovens.. Encontrar testemunhos espirituais em contextos de dificuldade e guerra.. Ler histórias humanas e pessoais que entrelaçam fé, cultura e memória.. Aproximar-se da riqueza de Angola e da experiência salesiana na África. Com os olhos abertos e o coração trêmulo é mais do que uma lembrança: é um convite a deixar-se tocar pela vida dos outros, a descobrir no quotidiano a semente do eterno e a compreender que recordar é sempre amar de novo.













