José Maria Eça de Queirós nasceu na Póvoa de Varzim a 25 de Novembro de 1845. Estudou no Porto, onde o pai era juiz, e mais tarde na Faculdade de Direito de Coimbra, onde conheceu Antero de Quental e Teófilo Braga. Em 1866 instalou-se em Lisboa e passou a dividir o tempo entre o jornalismo e a advocacia. Redigiu integralmente, durante algum tempo, o Distrito de Evora e colaborou com regularidade na Gazeta de Portugal.
Em 1872 foi nomeado cônsul em Havana. Dois anos depois foi transferido para Newcastle e, mais tarde, para Bristol. Em 1888 foi enviado para Paris, onde viria a morrer, a 16 de Agosto de 1900. Entre a sua vasta obra literária, caracterizada sobretudo pela mordacidade com que Eça critica a sociedade da época, contam-se O Primo Basilio, A Tragédia da Rua das Flores, O Mandarim, A Cidade e as Serras, O Crime do Padre Amaro, A Capital e Os Maias, considerado por muitos um dos romances mais importantes da literatura portuguesa.
Em 1872 foi nomeado cônsul em Havana. Dois anos depois foi transferido para Newcastle e, mais tarde, para Bristol. Em 1888 foi enviado para Paris, onde viria a morrer, a 16 de Agosto de 1900. Entre a sua vasta obra literária, caracterizada sobretudo pela mordacidade com que Eça critica a sociedade da época, contam-se O Primo Basilio, A Tragédia da Rua das Flores, O Mandarim, A Cidade e as Serras, O Crime do Padre Amaro, A Capital e Os Maias, considerado por muitos um dos romances mais importantes da literatura portuguesa.
















