Neste ensaio direto e sem rodeios, Christian Bittencourt enfrenta o Paradoxo de Epicuro - a clássica objeção lógica contra um Deus onipotente, onisciente e onibenevolente diante do mal observável no mundo. Em vez de defender teodiceias desgastadas, ele disseciona as premissas antropomórficas que sustentam o dilema e propõe uma saída sistêmica: Deus não é uma pessoa com intenções morais, mas a Totalidade neutra da existência, regida por leis invariantes.
As religiões surgem como caminhos culturais diversos que convergem para uma mesma Verdade Única, enquanto as instituições humanas frequentemente adicionam camadas de controle que obscurecem as mensagens originais dos mestres. O resultado é uma visão clara, sem intermediários, onde a responsabilidade ética brota da compreensão do todo, não do medo de um juiz celestial. Uma leitura para quem busca precisão intelectual e profundidade espiritual sem dogmas confortáveis.
Neste ensaio direto e sem rodeios, Christian Bittencourt enfrenta o Paradoxo de Epicuro - a clássica objeção lógica contra um Deus onipotente, onisciente e onibenevolente diante do mal observável no mundo. Em vez de defender teodiceias desgastadas, ele disseciona as premissas antropomórficas que sustentam o dilema e propõe uma saída sistêmica: Deus não é uma pessoa com intenções morais, mas a Totalidade neutra da existência, regida por leis invariantes.
As religiões surgem como caminhos culturais diversos que convergem para uma mesma Verdade Única, enquanto as instituições humanas frequentemente adicionam camadas de controle que obscurecem as mensagens originais dos mestres. O resultado é uma visão clara, sem intermediários, onde a responsabilidade ética brota da compreensão do todo, não do medo de um juiz celestial. Uma leitura para quem busca precisão intelectual e profundidade espiritual sem dogmas confortáveis.