Nas vésperas do centenário das Aparições de Fátima, a 12 de maio de 2017 , o Dr. Elias Nogueira, o metódico arquivista-chefe da Biblioteca Nacional de Lisboa , recebe uma ordem com contornos de urgência do Gabinete da Presidência para localizar o misterioso e classificado Fundo "AVIS-78". Dentro de um cofre de ferro escondido e selado pela PIDE , Elias depara-se com um relatório governamental e um diário não editado da vidente Lúcia.
O que os documentos revelam ameaça destruir os alicerces da fé e da razão : o "Milagre do Sol" de 1917 não foi uma intervenção divina, mas a manifestação de uma entidade cósmica e tecnológica ("A Fonte" ou "A Casca"). A revelação mais perturbadora é que a humanidade funciona como uma mera antena , e a fé - seja sob a forma de Esperança ou de Medo - é apenas a "frequência" utilizada como combustível para calibrar e sustentar a realidade da própria entidade.
Ao compreender que tanto o Vaticano como o Estado Português têm gerido ativamente este segredo para manter o controlo , Elias tenta dar o alerta antes da "Calibração Final" no centenário. Contudo, ele descobre da pior forma que a máquina do Estado tem protocolos implacáveis para apagar a dissonância cósmica e manter a humanidade na mais absoluta ignorância.
Nas vésperas do centenário das Aparições de Fátima, a 12 de maio de 2017 , o Dr. Elias Nogueira, o metódico arquivista-chefe da Biblioteca Nacional de Lisboa , recebe uma ordem com contornos de urgência do Gabinete da Presidência para localizar o misterioso e classificado Fundo "AVIS-78". Dentro de um cofre de ferro escondido e selado pela PIDE , Elias depara-se com um relatório governamental e um diário não editado da vidente Lúcia.
O que os documentos revelam ameaça destruir os alicerces da fé e da razão : o "Milagre do Sol" de 1917 não foi uma intervenção divina, mas a manifestação de uma entidade cósmica e tecnológica ("A Fonte" ou "A Casca"). A revelação mais perturbadora é que a humanidade funciona como uma mera antena , e a fé - seja sob a forma de Esperança ou de Medo - é apenas a "frequência" utilizada como combustível para calibrar e sustentar a realidade da própria entidade.
Ao compreender que tanto o Vaticano como o Estado Português têm gerido ativamente este segredo para manter o controlo , Elias tenta dar o alerta antes da "Calibração Final" no centenário. Contudo, ele descobre da pior forma que a máquina do Estado tem protocolos implacáveis para apagar a dissonância cósmica e manter a humanidade na mais absoluta ignorância.