"Eles estão aqui. Os outros. Estão a passear na nossa rua, com passos silenciosos que não tocam o chão."Ninguém acredita no narrador quando ele afirma que a realidade começou a "manchar". O que começa como um café matinal rotineiro transforma-se num pesadelo vívido onde figuras impossíveis - os "Estranhos" - deslizam pelas ruas com olhos que piscam em códigos de outro mundo. O horror escala quando ele é confrontado pelo Homem do Casaco de Névoa, uma silhueta de movimentos erráticos cujos olhos são vazios infinitos.
Ao seu lado, o trio do abismo: Um ser que lê jornais de um mundo invertido; Um carniceiro do tempo que empurra um carrinho cheio de relógios derretidos; E a criatura de espelhos partidos que reflete tudo, menos a si mesma. Atraído para um café cujas paredes pulsam como carne húmida, o narrador descobre que não está a ser caçado por alienígenas, mas por manifestações físicas das suas próprias falhas e traumas.
O TDAH não é um transtorno, é a corrente que o prende; a tristeza não é um sentimento, é a sua verdadeira face. Neste labirinto onde o tempo é "assassinado" e o céu é suturado com linhas negras, a única saída é aceitar a infestação. Ele agora carrega um caderno de capa branca, não para escrever uma história, mas para catalogar a sua própria destruição. Aviso: Se sentires um hálito frio nas costas ou vires algo no reflexo que não deveria estar lá...
não pares para olhar. Corre.
"Eles estão aqui. Os outros. Estão a passear na nossa rua, com passos silenciosos que não tocam o chão."Ninguém acredita no narrador quando ele afirma que a realidade começou a "manchar". O que começa como um café matinal rotineiro transforma-se num pesadelo vívido onde figuras impossíveis - os "Estranhos" - deslizam pelas ruas com olhos que piscam em códigos de outro mundo. O horror escala quando ele é confrontado pelo Homem do Casaco de Névoa, uma silhueta de movimentos erráticos cujos olhos são vazios infinitos.
Ao seu lado, o trio do abismo: Um ser que lê jornais de um mundo invertido; Um carniceiro do tempo que empurra um carrinho cheio de relógios derretidos; E a criatura de espelhos partidos que reflete tudo, menos a si mesma. Atraído para um café cujas paredes pulsam como carne húmida, o narrador descobre que não está a ser caçado por alienígenas, mas por manifestações físicas das suas próprias falhas e traumas.
O TDAH não é um transtorno, é a corrente que o prende; a tristeza não é um sentimento, é a sua verdadeira face. Neste labirinto onde o tempo é "assassinado" e o céu é suturado com linhas negras, a única saída é aceitar a infestação. Ele agora carrega um caderno de capa branca, não para escrever uma história, mas para catalogar a sua própria destruição. Aviso: Se sentires um hálito frio nas costas ou vires algo no reflexo que não deveria estar lá...
não pares para olhar. Corre.