O avançado remata. A bola sai ao lado. « Devia ter visto o colega ao segundo poste », diz o treinador. E tinha razão - o colega estava livre. Mas a verdadeira pergunta não é o que o jogador devia ter feito. É porque é que não o fez - uma decisão já tomada milissegundos antes de a bola chegar, invisivelmente, na sua arquitectura cognitiva. Durante décadas, fomos ensinados a ler o erro como falha técnica: o passe que não chegou, o remate que saiu ao lado.
Mas o erro na execução é apenas o sintoma visível. A causa real operou milissegundos antes - no jogo que ninguém treina. Em O Arquitecto Cognitivo, António Martins Silva (UEFA A, Mestrado em Alto Rendimento pelo FC Barcelona / INEFC) destila 25 anos em Portugal, Espanha, Noruega e China num modelo de cinco variáveis para identificar, avaliar e desenvolver a inteligência táctica do jogador: SoP - Velocidade de Percepção IC - Controlo Inibitório CF - Flexibilidade Cognitiva MC - Metacognição TC - Congruência Táctica O modelo assenta no ciclo cognitivo de Francisco Seirul·lo e na Periodização Táctica de Vítor Frade - duas das escolas de pensamento mais influentes no futebol europeu - interpretadas à luz da ciência cognitiva aplicada.
Este livro não oferece receitas fechadas. Oferece critérios. A sua secção final, Ferramentas de Campo, é um manual prático completo: doze capítulos de aplicação com exercícios, constrangimentos cognitivos em jogo e protocolos de observação, prontos a adaptar ao teu contexto já na segunda-feira. Inclui ainda o Sistema de Fiabilidade - um instrumento para diagnosticar e prescrever treino cognitivo - e o conceito de Clube Vertical, para directores desportivos que querem alinhar a arquitectura de um clube inteiro.
Com um endorsement de Vítor Frade (criador da Periodização Táctica), prólogo de Agustín Peraita Serra (autor de Espacios de Fase), e palavras de Xesco Espar (INEFC Barcelona) e do jogador profissional Birk Risa (Molde FK, ex-New York City FC). As respostas para o futebol do futuro não estão em manuais fechados. Estão nos olhos do teu jogador ao minuto oitenta e sete.
O avançado remata. A bola sai ao lado. « Devia ter visto o colega ao segundo poste », diz o treinador. E tinha razão - o colega estava livre. Mas a verdadeira pergunta não é o que o jogador devia ter feito. É porque é que não o fez - uma decisão já tomada milissegundos antes de a bola chegar, invisivelmente, na sua arquitectura cognitiva. Durante décadas, fomos ensinados a ler o erro como falha técnica: o passe que não chegou, o remate que saiu ao lado.
Mas o erro na execução é apenas o sintoma visível. A causa real operou milissegundos antes - no jogo que ninguém treina. Em O Arquitecto Cognitivo, António Martins Silva (UEFA A, Mestrado em Alto Rendimento pelo FC Barcelona / INEFC) destila 25 anos em Portugal, Espanha, Noruega e China num modelo de cinco variáveis para identificar, avaliar e desenvolver a inteligência táctica do jogador: SoP - Velocidade de Percepção IC - Controlo Inibitório CF - Flexibilidade Cognitiva MC - Metacognição TC - Congruência Táctica O modelo assenta no ciclo cognitivo de Francisco Seirul·lo e na Periodização Táctica de Vítor Frade - duas das escolas de pensamento mais influentes no futebol europeu - interpretadas à luz da ciência cognitiva aplicada.
Este livro não oferece receitas fechadas. Oferece critérios. A sua secção final, Ferramentas de Campo, é um manual prático completo: doze capítulos de aplicação com exercícios, constrangimentos cognitivos em jogo e protocolos de observação, prontos a adaptar ao teu contexto já na segunda-feira. Inclui ainda o Sistema de Fiabilidade - um instrumento para diagnosticar e prescrever treino cognitivo - e o conceito de Clube Vertical, para directores desportivos que querem alinhar a arquitectura de um clube inteiro.
Com um endorsement de Vítor Frade (criador da Periodização Táctica), prólogo de Agustín Peraita Serra (autor de Espacios de Fase), e palavras de Xesco Espar (INEFC Barcelona) e do jogador profissional Birk Risa (Molde FK, ex-New York City FC). As respostas para o futebol do futuro não estão em manuais fechados. Estão nos olhos do teu jogador ao minuto oitenta e sete.