Por todo o mundo, em especial o chamado "mundo livre"se aceita que o governo é o legitimo representante do povo e age em nome e no interesse dele. Ocorre porém que nesses mesmos países, a cada dia cresce o sentimento no meio da população de que seus governos não os representam e que agem somente em nome e interesses próprios, nunca nos da população. Alguma coisa deu errado. O Estado fundado na representação legítima da vontade do povo não está mais funcionando desta maneira.
Os mecanismos que supostamente permitiriam que o povo expressasse seus desejos a seus governantes e que pudesse fiscalizá-lo simplesmente pararam de funcionar. Chega a pairar no ar a dúvida de que se algum dia o fizeram. Esta obra é uma tentativa de se encontrar esse erro e dar início numa tentativa de se repará-lo. Não pretende o autor esgotar o assunto, pois entende ser muito longo e não caberia numa obra tão pequena.
Em vez disso, essa obra é um convite a que outros pensadores se unam num esforço de, em primeiro lugar reconhecer que o problema existe e, em segundo, buscar alternativas que possam resolvê-lo. O autor acredita nos princípios dos pais fundadores dos Estados Unidos, responsáveis pela revolução americana. Acredita também que eles fizeram uma tentativa séria e honesta de colocar em prática os princípios que nortearam aquele movimento.
Mas, como é comum quando se tenta construir algo radicalmente novo, a primeira tentativa falhou. Num primeiro momento, as instituições criadas por eles com base naqueles princípios chegaram a funcionar. Não foi por outro motivo que os Estados Unidos se tornaram, em menos de um século, a maior potência econômica do planeta e, algumas décadas depois, também a maior potência militar. Mas as evidências de que as instituições que funcionavam baseadas naqueles princípios não conseguem mais funcionar com base neles se avolumam a cada dia.É preciso reconhecer o problema.
A primeira tentativa falhou. Cabe agora voltar ao início e fazer uma nova tentativa. Com a experiência da primeira tentativa e o histórico do que deu certo e o que deu errado, temos hoje mais chances de acertar. Mas nem por isso o desafio é menor. Esta obra é um convite a que pensadores modernos aceitem esse desafio para tentar de novo e mostrar que podemos fazer melhor do que os pioneiros. Sem qualquer demérito a eles, pois o legado que eles nos deixaram é bastante valioso para que possamos iniciar essa nova tentativa.
Por todo o mundo, em especial o chamado "mundo livre"se aceita que o governo é o legitimo representante do povo e age em nome e no interesse dele. Ocorre porém que nesses mesmos países, a cada dia cresce o sentimento no meio da população de que seus governos não os representam e que agem somente em nome e interesses próprios, nunca nos da população. Alguma coisa deu errado. O Estado fundado na representação legítima da vontade do povo não está mais funcionando desta maneira.
Os mecanismos que supostamente permitiriam que o povo expressasse seus desejos a seus governantes e que pudesse fiscalizá-lo simplesmente pararam de funcionar. Chega a pairar no ar a dúvida de que se algum dia o fizeram. Esta obra é uma tentativa de se encontrar esse erro e dar início numa tentativa de se repará-lo. Não pretende o autor esgotar o assunto, pois entende ser muito longo e não caberia numa obra tão pequena.
Em vez disso, essa obra é um convite a que outros pensadores se unam num esforço de, em primeiro lugar reconhecer que o problema existe e, em segundo, buscar alternativas que possam resolvê-lo. O autor acredita nos princípios dos pais fundadores dos Estados Unidos, responsáveis pela revolução americana. Acredita também que eles fizeram uma tentativa séria e honesta de colocar em prática os princípios que nortearam aquele movimento.
Mas, como é comum quando se tenta construir algo radicalmente novo, a primeira tentativa falhou. Num primeiro momento, as instituições criadas por eles com base naqueles princípios chegaram a funcionar. Não foi por outro motivo que os Estados Unidos se tornaram, em menos de um século, a maior potência econômica do planeta e, algumas décadas depois, também a maior potência militar. Mas as evidências de que as instituições que funcionavam baseadas naqueles princípios não conseguem mais funcionar com base neles se avolumam a cada dia.É preciso reconhecer o problema.
A primeira tentativa falhou. Cabe agora voltar ao início e fazer uma nova tentativa. Com a experiência da primeira tentativa e o histórico do que deu certo e o que deu errado, temos hoje mais chances de acertar. Mas nem por isso o desafio é menor. Esta obra é um convite a que pensadores modernos aceitem esse desafio para tentar de novo e mostrar que podemos fazer melhor do que os pioneiros. Sem qualquer demérito a eles, pois o legado que eles nos deixaram é bastante valioso para que possamos iniciar essa nova tentativa.