Eis aqui a história de Ernesto, o Garimpeiro.
No início dos anos trinta, na região do vilarejo de Roura, vivia um casal de agricultores crioulos: Aristides e Helianta Augustin. Aristides, de grande estatura, sempre coberto com um chapéu de feltro, tinha andar enérgico. Caminhava sempre com passo firme.
Pouco dado a conversas, era muito considerado por todos. Menorzinha, Helianta, mulher alegre e vaidosa, nunca saía sem o katouri [1] e a pagra [2] debaixo do braço.
[1]. Katouri: ou "chapéu Caiena", chapéu redondo de junco, trançado na diagonal. No centro, uma cordinha, trançada com vime, permite ajustar o katouri. [2]. Pagra:pequena bolsa de mão, finamente trançada com vime, que a mulher guianense usava, antigamente, na mão direita.
Eis aqui a história de Ernesto, o Garimpeiro.
No início dos anos trinta, na região do vilarejo de Roura, vivia um casal de agricultores crioulos: Aristides e Helianta Augustin. Aristides, de grande estatura, sempre coberto com um chapéu de feltro, tinha andar enérgico. Caminhava sempre com passo firme.
Pouco dado a conversas, era muito considerado por todos. Menorzinha, Helianta, mulher alegre e vaidosa, nunca saía sem o katouri [1] e a pagra [2] debaixo do braço.
[1]. Katouri: ou "chapéu Caiena", chapéu redondo de junco, trançado na diagonal. No centro, uma cordinha, trançada com vime, permite ajustar o katouri. [2]. Pagra:pequena bolsa de mão, finamente trançada com vime, que a mulher guianense usava, antigamente, na mão direita.