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Arquiteturas da Tirania Contemporânea: A Civilização Exausta. Civilização do Limite, #2
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- FormatePub
- ISBN8235604285
- EAN9798235604285
- Date de parution30/01/2026
- Protection num.pas de protection
- Infos supplémentairesepub
- ÉditeurIoakim Ioakim
Résumé
Arquiteturas da Tirania Contemporânea - A Civilização Exausta não é um livro sobre excessos pontuais do nosso tempo. É uma investigação sobre como o poder passou a ser desenhado. Ao longo de ensaios curtos e interligados, Henrique Fernandez analisa as estruturas invisíveis que sustentam a tirania contemporânea: a sacralização do Estado e do mercado, a captura da ética, a engenharia da desigualdade, a gestão algorítmica do trabalho, a normalização da exaustão, a obsolescência programada do humano e o esvaziamento silencioso da democracia.
Partindo de uma leitura histórica - do Império Romano às formas atuais de dominação tecnológica - o livro mostra que o poder não desaparece: ele se atualiza. Troca a força bruta pela arquitetura, o decreto pelo algoritmo, a repressão explícita pela gestão do cansaço e da escassez. Aqui, a exaustão não é tratada como efeito colateral, mas como tecnologia de governo. O cidadão surge como variável de ajuste, o futuro como promessa adiada e a vida social como campo permanente de administração, controle e desgaste.
Os manifestos que encerram a obra não oferecem conforto nem soluções fáceis. Funcionam como consequência lógica do percurso: depois de compreender os mecanismos da tirania, o limite deixa de ser uma abstração moral e passa a ser uma exigência civilizatória. Este é um livro para leitores que recusam explicações simples, desconfiam de discursos reconfortantes e entendem que pensar criticamente hoje é, antes de tudo, um ato de resistência.
Coletânea de ensaios originalmente publicados no blog Não Custa Pensar, revisados e organizados pelo autor Henrique Fernandez.
Partindo de uma leitura histórica - do Império Romano às formas atuais de dominação tecnológica - o livro mostra que o poder não desaparece: ele se atualiza. Troca a força bruta pela arquitetura, o decreto pelo algoritmo, a repressão explícita pela gestão do cansaço e da escassez. Aqui, a exaustão não é tratada como efeito colateral, mas como tecnologia de governo. O cidadão surge como variável de ajuste, o futuro como promessa adiada e a vida social como campo permanente de administração, controle e desgaste.
Os manifestos que encerram a obra não oferecem conforto nem soluções fáceis. Funcionam como consequência lógica do percurso: depois de compreender os mecanismos da tirania, o limite deixa de ser uma abstração moral e passa a ser uma exigência civilizatória. Este é um livro para leitores que recusam explicações simples, desconfiam de discursos reconfortantes e entendem que pensar criticamente hoje é, antes de tudo, um ato de resistência.
Coletânea de ensaios originalmente publicados no blog Não Custa Pensar, revisados e organizados pelo autor Henrique Fernandez.





















