Denunciando a injustiça da repressâo e das perseguiçôes politicas levadas a cabo pelo Estado Novo, a peça Felizmente Hâ Luar!, publicada em 1961, no mesmo ano de Angûstia para o Jantar, esteve proibida pela censura durante muitos anos. So em 1978 foi pela primeira vez levada à cena, no Teatro Nacional, numa encenaçâo do préprio Sttau Monteiro.
Felizmente ha luar!
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- Nombre de pages140
- FormatGrand Format
- PrésentationBroché
- Poids0.18 kg
- Dimensions14,0 cm × 21,0 cm × 0,8 cm
- ISBN978-972-627-459-9
- EAN9789726274599
- Date de parution01/01/2007
- ÉditeurAreal Editores
Résumé
Eu sou um homem de teatro concreto, real, de palco. Para mim, o teatro surge quando estd no palco, quando estabelece uma relaçao social, concreta, num povo e num grupo. O livro meramente, ou o texto, tem para mim muito pouco significado, apesar de eu ser um autor teatral. (...) Se vocês sâo o teatro do futuro, eu sou o do passado. Eu sou um homem para quem sô conta o espectâculo. Estas sâo palavras proferidas por Luis de Sttau Monteiro, publicadas em Le théatre sous la contrainte, Actas do Colôquio International realizado em Aix-en-Provence, de 4 a 5 de Dezembro de 1985, publicadas pela Universidade de Provence, em 1988.
É com esta citaçào que o Professor José Oliveira Barata, autor de Para Compreender Felizmente Hâ Luar!, estudo publicado também por Areal Editores, ilustra o facto de o texte dramâtico constituir apenas um primeiro passo para fomentar, em quem ensina e em quem aprende, o gosto pelo Teatro, entendido como expressào cultural socialmente condividida.
É com esta citaçào que o Professor José Oliveira Barata, autor de Para Compreender Felizmente Hâ Luar!, estudo publicado também por Areal Editores, ilustra o facto de o texte dramâtico constituir apenas um primeiro passo para fomentar, em quem ensina e em quem aprende, o gosto pelo Teatro, entendido como expressào cultural socialmente condividida.

