Pelo Mundo Fóra. Reflexões sobre a Arte e a Cultura Francesa
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- Nombre de pages104
- PrésentationBroché
- Poids0.176 kg
- Dimensions17,0 cm × 22,0 cm × 0,6 cm
- ISBN979-10-431-1045-0
- EAN9791043110450
- Date de parution16/07/2024
- ÉditeurCulturea
Résumé
"Pelo Mundo Fóra" de Maria Amália Vaz de Carvalho é uma obra que explora as experiências e reflexões da autora durante suas viagens, especialmente em Paris. A narrativa começa com a autora descrevendo a fascinação universal pelas viagens e como elas prometem novas experiências e sensações. Carvalho compartilha seu próprio sonho de visitar Paris, não apenas como um centro de moda e elegância, mas como o berço da civilização franco-latina e da liberdade.
Ela menciona figuras históricas e literárias que a inspiraram, como Pascal, Voltaire, Rousseau, e Balzac, e como Paris simboliza para ela um lugar de grande importância cultural e intelectual. Ao chegar a Paris, Carvalho experimenta uma mistura de encantamento e nostalgia. Ela descreve sua visita ao Louvre, onde contempla a famosa Vênus de Milo, refletindo sobre a beleza idealizada da escultura grega e como ela difere da concepção moderna de beleza.
A autora também visita o ateliê do escultor Rodin, admirando sua obra "Porta do Inferno", que representa as paixões e sofrimentos humanos de maneira intensa e expressiva. Carvalho conclui que, embora a escultura moderna seja impressionante, ela não possui a mesma conexão íntima com o ideal de vida que a escultura grega tinha. Ela observa que a música, ao contrário, é a arte que mais ressoa com as sensibilidades modernas, capaz de evocar emoções profundas e complexas.
A obra de Carvalho é uma meditação sobre a arte, a cultura e a busca pessoal por significado e beleza.
Ela menciona figuras históricas e literárias que a inspiraram, como Pascal, Voltaire, Rousseau, e Balzac, e como Paris simboliza para ela um lugar de grande importância cultural e intelectual. Ao chegar a Paris, Carvalho experimenta uma mistura de encantamento e nostalgia. Ela descreve sua visita ao Louvre, onde contempla a famosa Vênus de Milo, refletindo sobre a beleza idealizada da escultura grega e como ela difere da concepção moderna de beleza.
A autora também visita o ateliê do escultor Rodin, admirando sua obra "Porta do Inferno", que representa as paixões e sofrimentos humanos de maneira intensa e expressiva. Carvalho conclui que, embora a escultura moderna seja impressionante, ela não possui a mesma conexão íntima com o ideal de vida que a escultura grega tinha. Ela observa que a música, ao contrário, é a arte que mais ressoa com as sensibilidades modernas, capaz de evocar emoções profundas e complexas.
A obra de Carvalho é uma meditação sobre a arte, a cultura e a busca pessoal por significado e beleza.







