Orixás como ArquétiposOs orixás nunca foram apenas personagens mitológicos. Eles são forças simbólicas que atravessam séculos, culturas e consciências. Em Orixás como Arquétipos, Zarak Krumfort propõe uma leitura psicológica das divindades da tradição yorubá, aproximando-as da teoria dos arquétipos de Carl Gustav Jung e do conceito de inconsciente coletivo. Mais do que descrever mitos, o livro investiga o que essas figuras revelam sobre a estrutura da psique humana.
Cada orixá é analisado como expressão de padrões universais: poder, justiça, fertilidade, guerra, sabedoria, sensualidade, transformação. Ao deslocar o foco da devoção para o símbolo, a obra convida o leitor a compreender essas entidades não apenas como elementos religiosos, mas como representações profundas de conflitos, impulsos e identidades que habitam todos nós. Entre psicologia da religião, mitologia comparada e reflexão contemporânea, o livro oferece uma interpretação que respeita a tradição afro-brasileira sem reduzi-la, ao mesmo tempo em que a insere no debate mais amplo sobre espiritualidade e subjetividade.
Uma análise para quem deseja entender não apenas os orixás - mas a si mesmo.
Orixás como ArquétiposOs orixás nunca foram apenas personagens mitológicos. Eles são forças simbólicas que atravessam séculos, culturas e consciências. Em Orixás como Arquétipos, Zarak Krumfort propõe uma leitura psicológica das divindades da tradição yorubá, aproximando-as da teoria dos arquétipos de Carl Gustav Jung e do conceito de inconsciente coletivo. Mais do que descrever mitos, o livro investiga o que essas figuras revelam sobre a estrutura da psique humana.
Cada orixá é analisado como expressão de padrões universais: poder, justiça, fertilidade, guerra, sabedoria, sensualidade, transformação. Ao deslocar o foco da devoção para o símbolo, a obra convida o leitor a compreender essas entidades não apenas como elementos religiosos, mas como representações profundas de conflitos, impulsos e identidades que habitam todos nós. Entre psicologia da religião, mitologia comparada e reflexão contemporânea, o livro oferece uma interpretação que respeita a tradição afro-brasileira sem reduzi-la, ao mesmo tempo em que a insere no debate mais amplo sobre espiritualidade e subjetividade.
Uma análise para quem deseja entender não apenas os orixás - mas a si mesmo.