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O Algoritmo do Ressentimento
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- FormatePub
- ISBN978-65-01-98273-1
- EAN9786501982731
- Date de parution27/04/2026
- Protection num.pas de protection
- Infos supplémentairesepub
- ÉditeurZana Kheiron
Résumé
O Algoritmo do Ressentimento: Por que a mentira vence a verdade no seu celular?Em uma era de saturação informacional, a pergunta que ecoa é: por que, mesmo com todo o conhecimento do mundo ao alcance de um clique, a mentira parece ter se tornado a moeda mais valiosa da nossa civilização? Em "O Algoritmo do Ressentimento", Antonio Carlos Pereira oferece um diagnóstico profundo e perturbador, revelando que a crise da verdade na era digital não é um erro sistêmico ou uma falha tecnológica, mas um projeto arquitetônico de poder.
A obra investiga como a desinformação contemporânea funde estratégias ancestrais de manipulação com a precisão cirúrgica dos algoritmos modernos, criando um ambiente onde a democracia é corroída de dentro para fora. O autor conduz o leitor por uma jornada intelectual dividida em pilares fundamentais: 1. A Gênese Histórica: Da Propaganda ao Enxame Viral - O livro desmistifica a ideia de que as fake news são um fenômeno novo.
Ao traçar paralelos entre as estratégias de regimes totalitários do século XX - como o Fascismo e o Nazismo - e a atual roupagem tecnológica, o autor demonstra como a "Grande Mentira" foi atualizada para a escala algorítmica. 2. O Regime da Infocracia e o Capitalismo de Vigilância - Utilizando as lentes de Byung-Chul Han e Shoshana Zuboff, a obra explora o conceito de Infocracia. Vivemos em um regime onde o poder não proíbe a fala, mas a submerge em um excesso de informação emocional que esgota nossa capacidade de julgamento.
3. O Sequestro da Razão: Neurociência e Lealdade Tribal - Por que pessoas inteligentes acreditam em mentiras óbvias? Recorrendo à neurociência e aos estudos de Daniel Kahneman sobre os Sistemas 1 (emocional/rápido) e 2 (racional/lento), o autor explica o "sequestro" da nossa racionalidade. O livro revela como os algoritmos são desenhados para "fisgar" o Sistema 1, explorando nossa necessidade biológica de pertencimento.
Na era digital, a lealdade à "tribo" tornou-se mais importante do que a fidelidade aos fatos, transformando o compartilhamento de mentiras em um ritual de identidade. 4. A Dupla Corrosão e a Instrumentalização da Fé - O autor apresenta um diagnóstico autoral sobre a Corrosão Ética (que transforma o adversário em inimigo existencial) e a Corrosão Epistêmica (que dissolve a fronteira entre fato e ficção).
A análise se aprofunda no contexto brasileiro, examinando os eventos do 8 de Janeiro e a forma como movimentos políticos instrumentalizam a fé religiosa, esvaziando-a de espiritualidade para transformá-la em uma engrenagem de controle e manutenção de poder. 5. O Manifesto da Reexistência - Diferente de outros diagnósticos pessimistas, a obra culmina em uma proposta de ação: o Manifesto da Reexistência.
O autor defende que resistir não é suficiente; é preciso reexistir. Isso envolve a reconstrução ativa da cultura democrática por meio de microatos cotidianos, como a "pausa ética" antes do compartilhamento e a valorização da dúvida metódica, restaurando o mundo comum e a justiça cognitiva. "O Algoritmo do Ressentimento" é uma leitura obrigatória para acadêmicos, educadores, jornalistas e qualquer cidadão que deseje retomar o controle de sua própria racionalidade e proteger o futuro do debate público diante da manipulação invisível das telas.
A obra investiga como a desinformação contemporânea funde estratégias ancestrais de manipulação com a precisão cirúrgica dos algoritmos modernos, criando um ambiente onde a democracia é corroída de dentro para fora. O autor conduz o leitor por uma jornada intelectual dividida em pilares fundamentais: 1. A Gênese Histórica: Da Propaganda ao Enxame Viral - O livro desmistifica a ideia de que as fake news são um fenômeno novo.
Ao traçar paralelos entre as estratégias de regimes totalitários do século XX - como o Fascismo e o Nazismo - e a atual roupagem tecnológica, o autor demonstra como a "Grande Mentira" foi atualizada para a escala algorítmica. 2. O Regime da Infocracia e o Capitalismo de Vigilância - Utilizando as lentes de Byung-Chul Han e Shoshana Zuboff, a obra explora o conceito de Infocracia. Vivemos em um regime onde o poder não proíbe a fala, mas a submerge em um excesso de informação emocional que esgota nossa capacidade de julgamento.
3. O Sequestro da Razão: Neurociência e Lealdade Tribal - Por que pessoas inteligentes acreditam em mentiras óbvias? Recorrendo à neurociência e aos estudos de Daniel Kahneman sobre os Sistemas 1 (emocional/rápido) e 2 (racional/lento), o autor explica o "sequestro" da nossa racionalidade. O livro revela como os algoritmos são desenhados para "fisgar" o Sistema 1, explorando nossa necessidade biológica de pertencimento.
Na era digital, a lealdade à "tribo" tornou-se mais importante do que a fidelidade aos fatos, transformando o compartilhamento de mentiras em um ritual de identidade. 4. A Dupla Corrosão e a Instrumentalização da Fé - O autor apresenta um diagnóstico autoral sobre a Corrosão Ética (que transforma o adversário em inimigo existencial) e a Corrosão Epistêmica (que dissolve a fronteira entre fato e ficção).
A análise se aprofunda no contexto brasileiro, examinando os eventos do 8 de Janeiro e a forma como movimentos políticos instrumentalizam a fé religiosa, esvaziando-a de espiritualidade para transformá-la em uma engrenagem de controle e manutenção de poder. 5. O Manifesto da Reexistência - Diferente de outros diagnósticos pessimistas, a obra culmina em uma proposta de ação: o Manifesto da Reexistência.
O autor defende que resistir não é suficiente; é preciso reexistir. Isso envolve a reconstrução ativa da cultura democrática por meio de microatos cotidianos, como a "pausa ética" antes do compartilhamento e a valorização da dúvida metódica, restaurando o mundo comum e a justiça cognitiva. "O Algoritmo do Ressentimento" é uma leitura obrigatória para acadêmicos, educadores, jornalistas e qualquer cidadão que deseje retomar o controle de sua própria racionalidade e proteger o futuro do debate público diante da manipulação invisível das telas.



