A lira sem cordas, Abandonada a um cantoDo velho palácio da venturaOnde entra a chuvaE os líquenes nas estátuasCriam ninhos de verdura;A lira suspensaDa última notaQue as cordas vibraram, É tomada nas mãosDe um jogralQue por ali passavaE com ele seguiu caminhoPara o deserto.
A lira sem cordas, Abandonada a um cantoDo velho palácio da venturaOnde entra a chuvaE os líquenes nas estátuasCriam ninhos de verdura;A lira suspensaDa última notaQue as cordas vibraram, É tomada nas mãosDe um jogralQue por ali passavaE com ele seguiu caminhoPara o deserto.