Cartas do Brasil: Correspondência de Antropólogos e Folcloristas Brasileiros para Jorge Dias (1949-1972)
Par : ,Formats :
Disponible dans votre compte client Decitre ou Furet du Nord dès validation de votre commande. Le format Multi-format est :
- Pour les liseuses autres que Vivlio, vous devez utiliser le logiciel Adobe Digital Edition. Non compatible avec la lecture sur les liseuses Kindle, Remarkable et Sony
, qui est-ce ?Notre partenaire de plateforme de lecture numérique où vous retrouverez l'ensemble de vos ebooks gratuitement
Pour en savoir plus sur nos ebooks, consultez notre aide en ligne ici
- Nombre de pages284
- FormatMulti-format
- ISBN979-10-365-2885-9
- EAN9791036528859
- Date de parution18/10/2021
- Protection num.pas de protection
- Infos supplémentairesMulti-Format
- ÉditeurEtnográfica Press
Résumé
Cartas do Brasil. Correspondência de Antropólogos e Folcloristas Brasileiros para Jorge Dias (1949-1972), organizado por Ana Teles da Silva, traz a público o conjunto das cartas de intelectuais brasileiros endereçadas ao antropólogo português Jorge Dias (1907-1973), depositadas no Museu Nacional de Etnologia, em Lisboa. Ao fazê-lo, vem iluminar sob novo ângulo a história das ciências sociais, em especial da antropologia, em Portugal e no Brasil.
A troca de missivas transcorreu entre 1949 e 1972 e os seis anos iniciais são o período de maior intensidade, tão frequentes foram, entre 1949 e 1956, as visitas [de Jorge Dias] ao país e tão constante e diversificada foi a troca de cartas e de livros entre os correspondentes. Entre os muitos aspetos desse período vivaz, destaca-se a firme articulação entre a antropologia em formação e os estudos de folclore em plena expansão.
Eram campos de conhecimento que se sobrepunham, se mesclavam e atraíam a atenção comum da intelectualidade interessada nas culturas populares tradicionais. É significativo que Jorge Dias tenha-se entusiasmado pelo que pode então presenciar e participar.
A troca de missivas transcorreu entre 1949 e 1972 e os seis anos iniciais são o período de maior intensidade, tão frequentes foram, entre 1949 e 1956, as visitas [de Jorge Dias] ao país e tão constante e diversificada foi a troca de cartas e de livros entre os correspondentes. Entre os muitos aspetos desse período vivaz, destaca-se a firme articulação entre a antropologia em formação e os estudos de folclore em plena expansão.
Eram campos de conhecimento que se sobrepunham, se mesclavam e atraíam a atenção comum da intelectualidade interessada nas culturas populares tradicionais. É significativo que Jorge Dias tenha-se entusiasmado pelo que pode então presenciar e participar.






