Em "A Mariologia Bíblica na Economia da Salvação (Volume I)", Jesús Fernández-Pedrera Correa oferece um banquete de sabedoria teológica, exegese bíblica e rigor patrístico. Guiado pelo célebre axioma de Santo Agostinho - "Novum in Vetere latet, Vetus in Novo patet" (O Novo Testamento está oculto no Antigo, e o Antigo se manifesta no Novo) - e fundamentado na precisão escolástica de São Tomás de Aquino, o autor demonstra de que maneira as promessas, as instituições históricas e os símbolos do Antigo Testamento prefiguravam e preparavam de forma providencial a fisionomia espiritual e as prerrogativas da Mãe do Redentor na "Oeconomia Salutis" (economia da salvação).
O que você encontrará nesta obra monumental: O Drama da Queda e a Inimizade Radical (Gênesis 3, 9-15): Uma investigação filológica cirúrgica do Protoevangelho. Analise o clamor divino "Ayeká" ("Onde estás?"), o dinamismo do verbo hebreu "shuph" ("esmagar/golpear") e o profundo debate exegético sobre o pronome salvífico (Hû' / Autos / Ipsa) na tradução da Vulgata de São Jerônimo. Compreenda a fundamentação da Redenção Preventiva de João Duns Escoto e o dogma da Imaculada Conceição.
O Heroísmo das Mulheres Santas de Israel: Como a graça de Deus recruta a aparente fraqueza feminina para confundir o orgulho dos soberbos. Um estudo exaustivo sobre Sara (e a metamorfose do riso), Ana (e seu cântico precursor do Magnificat), Débora e Jael (a fortaleza mística e o tipo físico do esmagamento do mal), Rute (a fidelidade da Chesed, a instituição do Goel e a colheita em Belém), Judite (a beleza da castidade e a decapitação de Holofernes) e Ester (a Onipotência Suplicante e a isenção singular do decreto de morte).
A Instituição Real da Gebirah: O resgate do status jurídico, oficial e político da Rainha-Mãe na monarquia davídica de Judá. O protocolo da corte de Salomão ante Bate-Seba (1 Reis 2, 19) e seu cumprimento perfeito no Novo Testamento através das Bodas de Caná ("Não têm vinho") e na fidelidade erguida de Maria de pé junto à Cruz no Calvário. A Filha de Sião (Bat Tzion): O desenvolvimento geográfico, histórico e místico do Monte Sião como a personificação do "remanescente fiel" (os anawim) de Israel, revelando o impressionante paralelismo exegético entre o oráculo de Sofonias 3, 14-17 e o relato da Anunciação em Lucas 1.
Símbolos Inanimados do Mistério Mariano: A exegese tipológica da Arca da Aliança. O paralelismo sistemático entre a transferência da Arca (2 Samuel 6) e a Visitação de Maria (Lucas 1) sob o mistério do clamor litúrgico "anaphoneo"; a Arca celestial e a Mulher Vestida de Sol no Apocalipse 12; a Porta Fechada de Ezequiel (Porta Clausa) e a teologia patrística do "ouvido" (conceptio per aurem) para o dogma da Virgindade Perpétua.
Recepção Teológica e Vigilância Doutrinária: O amadurecimento mariológico desde os três mistérios do silêncio em Santo Inácio de Antioquia, a primazia da fé em Santo Agostinho, as homilias "Super Missus Est" de São Bernardo de Clairvaux, os princípios tomistas da Singularidade e da Conveniência, até o Capítulo VIII da "Lumen Gentium" (Vaticano II) e a "Redemptoris Mater" de São João Paulo II. Análise Crítica Contemporânea: O autor corajosamente confronta os últimos debates eclesiais, apresentando uma avaliação teológica da nota do Vaticano (novembro de 2025), "Mater Populi Fidelis", denunciando as tentativas contemporâneas de marginalizar a figura da Virgem Maria e silenciar seu papel tradicional como Corredentora, Advogada e Medianeira de todas as graças.
Em "A Mariologia Bíblica na Economia da Salvação (Volume I)", Jesús Fernández-Pedrera Correa oferece um banquete de sabedoria teológica, exegese bíblica e rigor patrístico. Guiado pelo célebre axioma de Santo Agostinho - "Novum in Vetere latet, Vetus in Novo patet" (O Novo Testamento está oculto no Antigo, e o Antigo se manifesta no Novo) - e fundamentado na precisão escolástica de São Tomás de Aquino, o autor demonstra de que maneira as promessas, as instituições históricas e os símbolos do Antigo Testamento prefiguravam e preparavam de forma providencial a fisionomia espiritual e as prerrogativas da Mãe do Redentor na "Oeconomia Salutis" (economia da salvação).
O que você encontrará nesta obra monumental: O Drama da Queda e a Inimizade Radical (Gênesis 3, 9-15): Uma investigação filológica cirúrgica do Protoevangelho. Analise o clamor divino "Ayeká" ("Onde estás?"), o dinamismo do verbo hebreu "shuph" ("esmagar/golpear") e o profundo debate exegético sobre o pronome salvífico (Hû' / Autos / Ipsa) na tradução da Vulgata de São Jerônimo. Compreenda a fundamentação da Redenção Preventiva de João Duns Escoto e o dogma da Imaculada Conceição.
O Heroísmo das Mulheres Santas de Israel: Como a graça de Deus recruta a aparente fraqueza feminina para confundir o orgulho dos soberbos. Um estudo exaustivo sobre Sara (e a metamorfose do riso), Ana (e seu cântico precursor do Magnificat), Débora e Jael (a fortaleza mística e o tipo físico do esmagamento do mal), Rute (a fidelidade da Chesed, a instituição do Goel e a colheita em Belém), Judite (a beleza da castidade e a decapitação de Holofernes) e Ester (a Onipotência Suplicante e a isenção singular do decreto de morte).
A Instituição Real da Gebirah: O resgate do status jurídico, oficial e político da Rainha-Mãe na monarquia davídica de Judá. O protocolo da corte de Salomão ante Bate-Seba (1 Reis 2, 19) e seu cumprimento perfeito no Novo Testamento através das Bodas de Caná ("Não têm vinho") e na fidelidade erguida de Maria de pé junto à Cruz no Calvário. A Filha de Sião (Bat Tzion): O desenvolvimento geográfico, histórico e místico do Monte Sião como a personificação do "remanescente fiel" (os anawim) de Israel, revelando o impressionante paralelismo exegético entre o oráculo de Sofonias 3, 14-17 e o relato da Anunciação em Lucas 1.
Símbolos Inanimados do Mistério Mariano: A exegese tipológica da Arca da Aliança. O paralelismo sistemático entre a transferência da Arca (2 Samuel 6) e a Visitação de Maria (Lucas 1) sob o mistério do clamor litúrgico "anaphoneo"; a Arca celestial e a Mulher Vestida de Sol no Apocalipse 12; a Porta Fechada de Ezequiel (Porta Clausa) e a teologia patrística do "ouvido" (conceptio per aurem) para o dogma da Virgindade Perpétua.
Recepção Teológica e Vigilância Doutrinária: O amadurecimento mariológico desde os três mistérios do silêncio em Santo Inácio de Antioquia, a primazia da fé em Santo Agostinho, as homilias "Super Missus Est" de São Bernardo de Clairvaux, os princípios tomistas da Singularidade e da Conveniência, até o Capítulo VIII da "Lumen Gentium" (Vaticano II) e a "Redemptoris Mater" de São João Paulo II. Análise Crítica Contemporânea: O autor corajosamente confronta os últimos debates eclesiais, apresentando uma avaliação teológica da nota do Vaticano (novembro de 2025), "Mater Populi Fidelis", denunciando as tentativas contemporâneas de marginalizar a figura da Virgem Maria e silenciar seu papel tradicional como Corredentora, Advogada e Medianeira de todas as graças.