O sangue ainda não havia começado a arrefecer. Nova passou sete anos a aprender que o tempo se move de maneira diferente ao redor dos mortos. No primeiro minuto, tudo é urgente. Na terceira hora, a urgência torna-se ritual. No sétimo ano, o ritual torna-se a única língua que ela lembra como falar. A língua da lixívia e do látex, e a satisfação única de fazer algo terrível desaparecer. Ajoelha-se ao lado dos corpos sem hesitar.
Esfrega o sangue dos pisos de mármore enquanto milionários dormem no andar de cima. Faz as provas desaparecerem. Nunca olha para rostos. Essa é a sua única regra. Então Marcus, seu parceiro de três anos, leva-a a um armazém na Kedzie Avenue. Um trabalho normal. Vítima feminina, meio dos vinte anos, um único tiro no peito. Nova faz o que faz sempre: mapeia o sangue, ensaca as provas, apaga a cena. Nunca olha para o rosto.
Três semanas depois, recebe uma mensagem de um número desconhecido.« Deixaste algo para trás. »O remetente conhece a mãe adotiva em Joliet. A cave. A canção de embalar que ela ainda murmura no escuro. Sabe tudo. E quer que ela vá ao Instituto de Arte às 21h. Vem sozinha. Vem desarmada. Vem pronta para ouvir. Se não vier, Marcus morre. A filha dele morre. E Nova volta a limpar sangue do chão pelo resto da sua curta e miserável vida.
Mas Nova não é uma mulher que obedece ordens. Carrega a sua pistola. Amarra uma faca de cerâmica ao tornozelo. E entra numa armadilha que sabe ser uma armadilha. Porque alguém lhe deixou uma fotografia de uma mulher exatamente igual a ela. A sua irmã. A gémea cuja existência ela nunca soube. A mulher cuja cena do crime Nova limpou há três semanas. A irmã que ela apagou. Agora Nova tem de navegar num mundo de juízes corruptos, organizações clandestinas e um homem chamado O Curador que a conhece melhor do que ela se conhece a si mesma.
Tem de decidir: tornar-se a assassina que querem que ela seja, ou destruir tudo o que eles construíram. Mas o Diretor matou a sua irmã para a controlar. E o Diretor está mais perto do que ela alguma vez imaginou. Para os fãs de Gillian Flynn, Paula Hawkins e Stieg Larsson, A LIMPEZA é um thriller psicológico perturbador sobre o preço da perfeição, o peso da culpa e o momento aterrorizante em que uma mulher que apagava outros deve finalmente enfrentar-se a si mesma.
O sangue ainda não havia começado a arrefecer. Nova passou sete anos a aprender que o tempo se move de maneira diferente ao redor dos mortos. No primeiro minuto, tudo é urgente. Na terceira hora, a urgência torna-se ritual. No sétimo ano, o ritual torna-se a única língua que ela lembra como falar. A língua da lixívia e do látex, e a satisfação única de fazer algo terrível desaparecer. Ajoelha-se ao lado dos corpos sem hesitar.
Esfrega o sangue dos pisos de mármore enquanto milionários dormem no andar de cima. Faz as provas desaparecerem. Nunca olha para rostos. Essa é a sua única regra. Então Marcus, seu parceiro de três anos, leva-a a um armazém na Kedzie Avenue. Um trabalho normal. Vítima feminina, meio dos vinte anos, um único tiro no peito. Nova faz o que faz sempre: mapeia o sangue, ensaca as provas, apaga a cena. Nunca olha para o rosto.
Três semanas depois, recebe uma mensagem de um número desconhecido.« Deixaste algo para trás. »O remetente conhece a mãe adotiva em Joliet. A cave. A canção de embalar que ela ainda murmura no escuro. Sabe tudo. E quer que ela vá ao Instituto de Arte às 21h. Vem sozinha. Vem desarmada. Vem pronta para ouvir. Se não vier, Marcus morre. A filha dele morre. E Nova volta a limpar sangue do chão pelo resto da sua curta e miserável vida.
Mas Nova não é uma mulher que obedece ordens. Carrega a sua pistola. Amarra uma faca de cerâmica ao tornozelo. E entra numa armadilha que sabe ser uma armadilha. Porque alguém lhe deixou uma fotografia de uma mulher exatamente igual a ela. A sua irmã. A gémea cuja existência ela nunca soube. A mulher cuja cena do crime Nova limpou há três semanas. A irmã que ela apagou. Agora Nova tem de navegar num mundo de juízes corruptos, organizações clandestinas e um homem chamado O Curador que a conhece melhor do que ela se conhece a si mesma.
Tem de decidir: tornar-se a assassina que querem que ela seja, ou destruir tudo o que eles construíram. Mas o Diretor matou a sua irmã para a controlar. E o Diretor está mais perto do que ela alguma vez imaginou. Para os fãs de Gillian Flynn, Paula Hawkins e Stieg Larsson, A LIMPEZA é um thriller psicológico perturbador sobre o preço da perfeição, o peso da culpa e o momento aterrorizante em que uma mulher que apagava outros deve finalmente enfrentar-se a si mesma.