Pablo Marchadier - Autor independiente y creador de contenido digital. Publica ebooks y recursos educativos orientados a ayudar a emprendedores, profesionales y curiosos a aprender, crecer y generar resultados reales en el mundo digital. Sus publicaciones abarcan desde estrategias para YouTube y marketing digital, hasta desarrollo personal y herramientas tecnológicas. Todos sus libros están diseñados para ser prácticos, fáciles de seguir y orientados a la acción, con el objetivo de que el lector pueda aplicar lo aprendido de inmediato.
Nouveauté
A força que resta
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- FormatePub
- ISBN8235288706
- EAN9798235288706
- Date de parution21/08/2026
- Protection num.pas de protection
- Infos supplémentairesepub
- ÉditeurIoakim Ioakim
Résumé
O que acontece quando o trabalho que sustentou você por tantos anos já não paga mais as contas?Quando o telefone para de tocar. Quando o seu ofício muda debaixo dos seus pés. Quando uma ferramenta faz em minutos o que antes levava horas - e você começa a se perguntar se ainda tem algo a oferecer. A força que resta é um livro curto, honesto e profundamente humano para esse momento. Ele não está aqui para dizer que toda mudança é uma oportunidade.
Nem para exigir otimismo forçado, gratidão por uma perda ou uma reinvenção dramática. Começa por algo mais útil: reconhecer o que foi perdido. Porque, quando o trabalho muda, não muda só a renda. Muda a identidade, a rotina, o orgulho e a forma como você se apresenta para o mundo. A pergunta silenciosa - "Será que eu ainda faço falta?" - pode ficar difícil de ignorar. Com uma linguagem direta, acolhedora e sem fórmulas vazias, Pablo Marchadier conversa com trabalhadores, profissionais, autônomos e pequenos empreendedores cujas habilidades parecem ter perdido valor, visibilidade ou espaço.
Seja por inteligência artificial, automação, um mercado menor, um sistema novo ou uma decisão da empresa, o impacto pode ser o mesmo: o chão se move. Em capítulos curtos e claros, este livro ajuda você a entender o luto de um ofício em transformação, parar de colocar toda a culpa em si mesmo e dar pequenos passos práticos para recuperar o rumo. Ele fala da vergonha, do medo, do dinheiro enquanto tudo muda, da dificuldade de contar para quem está perto e da necessidade de aprender sem jogar fora tudo o que você já construiu.
Também mostra o que a tecnologia pode substituir - e o que ela não substitui: critério, experiência, presença, confiança, relações e a capacidade de perceber o que importa. A força que resta não é um manual de emprego nem um guia de tecnologia. É uma companhia para o intervalo entre o mapa antigo deixar de funcionar e o novo ainda não estar claro. Você não precisa resolver a vida inteira hoje. Você não precisa virar outra pessoa de uma hora para outra.
Você só precisa atravessar este dia sem usá-lo como prova de que já não serve para nada. O trabalho pode estar mudando. Mas você ainda está aqui. Para a segunda-feira em que o telefone não toca. Para quando o mapa antigo já não serve. Para lembrar que você ainda importa.
Nem para exigir otimismo forçado, gratidão por uma perda ou uma reinvenção dramática. Começa por algo mais útil: reconhecer o que foi perdido. Porque, quando o trabalho muda, não muda só a renda. Muda a identidade, a rotina, o orgulho e a forma como você se apresenta para o mundo. A pergunta silenciosa - "Será que eu ainda faço falta?" - pode ficar difícil de ignorar. Com uma linguagem direta, acolhedora e sem fórmulas vazias, Pablo Marchadier conversa com trabalhadores, profissionais, autônomos e pequenos empreendedores cujas habilidades parecem ter perdido valor, visibilidade ou espaço.
Seja por inteligência artificial, automação, um mercado menor, um sistema novo ou uma decisão da empresa, o impacto pode ser o mesmo: o chão se move. Em capítulos curtos e claros, este livro ajuda você a entender o luto de um ofício em transformação, parar de colocar toda a culpa em si mesmo e dar pequenos passos práticos para recuperar o rumo. Ele fala da vergonha, do medo, do dinheiro enquanto tudo muda, da dificuldade de contar para quem está perto e da necessidade de aprender sem jogar fora tudo o que você já construiu.
Também mostra o que a tecnologia pode substituir - e o que ela não substitui: critério, experiência, presença, confiança, relações e a capacidade de perceber o que importa. A força que resta não é um manual de emprego nem um guia de tecnologia. É uma companhia para o intervalo entre o mapa antigo deixar de funcionar e o novo ainda não estar claro. Você não precisa resolver a vida inteira hoje. Você não precisa virar outra pessoa de uma hora para outra.
Você só precisa atravessar este dia sem usá-lo como prova de que já não serve para nada. O trabalho pode estar mudando. Mas você ainda está aqui. Para a segunda-feira em que o telefone não toca. Para quando o mapa antigo já não serve. Para lembrar que você ainda importa.







