Minha memória é tão boa que eu lembro do dia em que nasci, no hospital da Lagoa, no oitavo andar, cercado por paredes de azulejos azul-piscina. Assim começa a história de Luis Antonio Pereira - diretor, roteirista e produtor premiado - que revisita com humor e honestidade episódios marcantes da sua infância em Ipanema, da juventude na Barra da Tijuca e do caminho improvável que o levou ao teatro, ao cinema e à televisão.
Entre histórias de família portuguesa, amizades inesquecíveis, descobertas da adolescência e os primeiros passos nas artes, o autor constrói um retrato vivo de uma geração e de um Rio de Janeiro que já não existe mais. Mas no meio de tantas memórias surge uma pergunta:Afinal, quem é o Marcílio?
Minha memória é tão boa que eu lembro do dia em que nasci, no hospital da Lagoa, no oitavo andar, cercado por paredes de azulejos azul-piscina. Assim começa a história de Luis Antonio Pereira - diretor, roteirista e produtor premiado - que revisita com humor e honestidade episódios marcantes da sua infância em Ipanema, da juventude na Barra da Tijuca e do caminho improvável que o levou ao teatro, ao cinema e à televisão.
Entre histórias de família portuguesa, amizades inesquecíveis, descobertas da adolescência e os primeiros passos nas artes, o autor constrói um retrato vivo de uma geração e de um Rio de Janeiro que já não existe mais. Mas no meio de tantas memórias surge uma pergunta:Afinal, quem é o Marcílio?