Pela primeira vez em Portugal, um dos primeiros grandes romances distópicos do século XX que deram origem a um filme mítico.
No ano de 2026, a cidade de Metrópolis é uma potência no domínio da tecnologia e da qualidade de vida. Os seus habitantes alternam sucessivamente diversas experiências, numa existência animada feita de trabalhos leves, muita cultura, ciência e também devassidão.
Mas a grande cidade vive dos trabalhadores do submundo, os seres que geram energia e são a força de trabalho que mantém a aparência imaculada de Metrópolis.
Assim, estas duas classes sociais absolutamente separadas caminham para um confronto. Pelo meio há uma história de amor impossível, robots, clonagens e muitas invenções que antecipam o futuro.
Publicado originalmente em 1925 em folhetim, ao mesmo tempo que a sua autora, então esposa de Fritz Lang, escrevia o argumento do filme, aparece em formato de livro em 1926, um ano antes da esteia do filme que veio a tornar-se um dos maiores clássicos do cinema, com uma actualidade cada vez maior.
Edição ilustrada com fotogramas do filme.
« É uma obra notável que se aproxima da carga dramática das obras de Karel Capek ou das obras pioneira de H.
G. Wells, cujo tratamento literário é um dos exemplos mais brilhantes da literatura expressionista. [...] Metrópolis é um dos romances mais poderosos que já li. »
Michael Joseph in Bookman
Pela primeira vez em Portugal, um dos primeiros grandes romances distópicos do século XX que deram origem a um filme mítico.
No ano de 2026, a cidade de Metrópolis é uma potência no domínio da tecnologia e da qualidade de vida. Os seus habitantes alternam sucessivamente diversas experiências, numa existência animada feita de trabalhos leves, muita cultura, ciência e também devassidão.
Mas a grande cidade vive dos trabalhadores do submundo, os seres que geram energia e são a força de trabalho que mantém a aparência imaculada de Metrópolis.
Assim, estas duas classes sociais absolutamente separadas caminham para um confronto. Pelo meio há uma história de amor impossível, robots, clonagens e muitas invenções que antecipam o futuro.
Publicado originalmente em 1925 em folhetim, ao mesmo tempo que a sua autora, então esposa de Fritz Lang, escrevia o argumento do filme, aparece em formato de livro em 1926, um ano antes da esteia do filme que veio a tornar-se um dos maiores clássicos do cinema, com uma actualidade cada vez maior.
Edição ilustrada com fotogramas do filme.
« É uma obra notável que se aproxima da carga dramática das obras de Karel Capek ou das obras pioneira de H.
G. Wells, cujo tratamento literário é um dos exemplos mais brilhantes da literatura expressionista. [...] Metrópolis é um dos romances mais poderosos que já li. »
Michael Joseph in Bookman