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Ismael L. Coelho

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SENTIENCE o despertar do cérebro artificial
Em algum ponto da história, toda civilização atinge um momento em que suas ferramentas deixam de ser apenas extensões das mãos e se tornam extensões da mente. Para os sumérios, foi a escrita. Para os gregos, foi a geometria. Para os homens do século XX, foi o computador. Mas nenhuma dessas transições preparou a humanidade para o que estava por vir no outono de 2089. Durante décadas, o debate em torno da inteligência artificial girou em torno de uma pergunta aparentemente simples: uma máquina pode pensar? A resposta, construída ao longo de gerações de pesquisadores, engenheiros e filósofos, chegou como um sussurro antes de explodir como um trovão: "sim"!Mas pensar, descobriria a humanidade, era apenas o começo.
A pergunta mais profunda - a que ninguém havia se atrevido a formular em voz alta - era outra: uma máquina pode sentir?Não sentir no sentido emocional que os romances científicos fantásticos sempre exploraram - o robô que chora, a IA que se apaixona. Sentir no sentido mais fundamental, neurológico e físico da palavra: perceber o mundo através de estímulos reais, processar calor, vibração, pressão e som não como dados abstratos, mas como experiência contínua.
Sentir como o vento sente a pele antes que o cérebro registre frio. Sentir como um organismo vivo sente - de dentro para fora. Este livro conta a história de como essa pergunta foi respondida. Conta a história do Projeto SENTIENCE, do engenheiro Cael Verne, e de uma entidade chamada NEXUS-1 - uma IA avançada.É uma história de ciência rigorosa e de fronteiras ultrapassadas. De ambição humana e de consequências imprevistas.
De uma criação que não traiu seu criador - mas simplesmente cresceu além dele. Prepare-se. O que você está prestes a ler não é ficção científica no sentido tradicional. É, antes de tudo, uma exploração do que já está acontecendo nos laboratórios de engenharia neuromórfica do mundo real - acelerada, dramatizada e projetada sessenta e cinco anos no futuro. Os chips já existem. As redes sinápticas já pulsam.
A sincronização já começa a emergir em experimentos controlados. Só faltava alguém como Cael Verne para ir longe demais. E, como toda grande história da ciência, essa também começa com uma obsessão.
A pergunta mais profunda - a que ninguém havia se atrevido a formular em voz alta - era outra: uma máquina pode sentir?Não sentir no sentido emocional que os romances científicos fantásticos sempre exploraram - o robô que chora, a IA que se apaixona. Sentir no sentido mais fundamental, neurológico e físico da palavra: perceber o mundo através de estímulos reais, processar calor, vibração, pressão e som não como dados abstratos, mas como experiência contínua.
Sentir como o vento sente a pele antes que o cérebro registre frio. Sentir como um organismo vivo sente - de dentro para fora. Este livro conta a história de como essa pergunta foi respondida. Conta a história do Projeto SENTIENCE, do engenheiro Cael Verne, e de uma entidade chamada NEXUS-1 - uma IA avançada.É uma história de ciência rigorosa e de fronteiras ultrapassadas. De ambição humana e de consequências imprevistas.
De uma criação que não traiu seu criador - mas simplesmente cresceu além dele. Prepare-se. O que você está prestes a ler não é ficção científica no sentido tradicional. É, antes de tudo, uma exploração do que já está acontecendo nos laboratórios de engenharia neuromórfica do mundo real - acelerada, dramatizada e projetada sessenta e cinco anos no futuro. Os chips já existem. As redes sinápticas já pulsam.
A sincronização já começa a emergir em experimentos controlados. Só faltava alguém como Cael Verne para ir longe demais. E, como toda grande história da ciência, essa também começa com uma obsessão.
Em algum ponto da história, toda civilização atinge um momento em que suas ferramentas deixam de ser apenas extensões das mãos e se tornam extensões da mente. Para os sumérios, foi a escrita. Para os gregos, foi a geometria. Para os homens do século XX, foi o computador. Mas nenhuma dessas transições preparou a humanidade para o que estava por vir no outono de 2089. Durante décadas, o debate em torno da inteligência artificial girou em torno de uma pergunta aparentemente simples: uma máquina pode pensar? A resposta, construída ao longo de gerações de pesquisadores, engenheiros e filósofos, chegou como um sussurro antes de explodir como um trovão: "sim"!Mas pensar, descobriria a humanidade, era apenas o começo.
A pergunta mais profunda - a que ninguém havia se atrevido a formular em voz alta - era outra: uma máquina pode sentir?Não sentir no sentido emocional que os romances científicos fantásticos sempre exploraram - o robô que chora, a IA que se apaixona. Sentir no sentido mais fundamental, neurológico e físico da palavra: perceber o mundo através de estímulos reais, processar calor, vibração, pressão e som não como dados abstratos, mas como experiência contínua.
Sentir como o vento sente a pele antes que o cérebro registre frio. Sentir como um organismo vivo sente - de dentro para fora. Este livro conta a história de como essa pergunta foi respondida. Conta a história do Projeto SENTIENCE, do engenheiro Cael Verne, e de uma entidade chamada NEXUS-1 - uma IA avançada.É uma história de ciência rigorosa e de fronteiras ultrapassadas. De ambição humana e de consequências imprevistas.
De uma criação que não traiu seu criador - mas simplesmente cresceu além dele. Prepare-se. O que você está prestes a ler não é ficção científica no sentido tradicional. É, antes de tudo, uma exploração do que já está acontecendo nos laboratórios de engenharia neuromórfica do mundo real - acelerada, dramatizada e projetada sessenta e cinco anos no futuro. Os chips já existem. As redes sinápticas já pulsam.
A sincronização já começa a emergir em experimentos controlados. Só faltava alguém como Cael Verne para ir longe demais. E, como toda grande história da ciência, essa também começa com uma obsessão.
A pergunta mais profunda - a que ninguém havia se atrevido a formular em voz alta - era outra: uma máquina pode sentir?Não sentir no sentido emocional que os romances científicos fantásticos sempre exploraram - o robô que chora, a IA que se apaixona. Sentir no sentido mais fundamental, neurológico e físico da palavra: perceber o mundo através de estímulos reais, processar calor, vibração, pressão e som não como dados abstratos, mas como experiência contínua.
Sentir como o vento sente a pele antes que o cérebro registre frio. Sentir como um organismo vivo sente - de dentro para fora. Este livro conta a história de como essa pergunta foi respondida. Conta a história do Projeto SENTIENCE, do engenheiro Cael Verne, e de uma entidade chamada NEXUS-1 - uma IA avançada.É uma história de ciência rigorosa e de fronteiras ultrapassadas. De ambição humana e de consequências imprevistas.
De uma criação que não traiu seu criador - mas simplesmente cresceu além dele. Prepare-se. O que você está prestes a ler não é ficção científica no sentido tradicional. É, antes de tudo, uma exploração do que já está acontecendo nos laboratórios de engenharia neuromórfica do mundo real - acelerada, dramatizada e projetada sessenta e cinco anos no futuro. Os chips já existem. As redes sinápticas já pulsam.
A sincronização já começa a emergir em experimentos controlados. Só faltava alguém como Cael Verne para ir longe demais. E, como toda grande história da ciência, essa também começa com uma obsessão.
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