- Accueil /
- Fernando
Fernando

Dernière sortie
A Mitologia Viva
Dois cães e uma gata entraram numa casa no Portugal rural, e uma família começou a registar o que acontecia. Rudhra chegou a chorar e parou no instante em que atravessou a soleira. Olímpia veio da natureza selvagem sem nome, sem papéis e sem ninguém à sua procura, e escolheu a sua própria gente. Thrikali ficou alguns meses e desapareceu. Ninguém se propôs fazer disto um mito. Mas os nomes foram revelando sentidos que ninguém pretendera.
E as histórias mais antigas que temos - de lobas que alimentaram gémeos abandonados, de uma deusa que chega vinda da fúria, de um deus cujo nome significa o rugido e o vermelho - continuavam a descrever o que se passava num chão comum de terracota.É este o registo. Vai dos mitos à casa e de volta, e pergunta se a divisão entre quem observa e o que é observado existe sequer - sentando o vedantino e o físico na mesma sala, seguindo o zero e o infinito do sânscrito até Oxford, e recusando-se, do princípio ao fim, a dizer ao leitor o que deve concluir.
Depois, nos últimos capítulos, são os dois animais que ficam com a palavra. Descrevem um dia que nenhum deles compreendeu e fazem as perguntas a que os seus humanos não conseguem responder - terminando com a única que sempre tiveram:O que éreis, antes de nós chegarmos?Quarenta e seis fotografias. Em três volumes e dezoito capítulos. Para leitores de The Philosopher and the Wolf e The Sound of a Wild Snail Eating.
E as histórias mais antigas que temos - de lobas que alimentaram gémeos abandonados, de uma deusa que chega vinda da fúria, de um deus cujo nome significa o rugido e o vermelho - continuavam a descrever o que se passava num chão comum de terracota.É este o registo. Vai dos mitos à casa e de volta, e pergunta se a divisão entre quem observa e o que é observado existe sequer - sentando o vedantino e o físico na mesma sala, seguindo o zero e o infinito do sânscrito até Oxford, e recusando-se, do princípio ao fim, a dizer ao leitor o que deve concluir.
Depois, nos últimos capítulos, são os dois animais que ficam com a palavra. Descrevem um dia que nenhum deles compreendeu e fazem as perguntas a que os seus humanos não conseguem responder - terminando com a única que sempre tiveram:O que éreis, antes de nós chegarmos?Quarenta e seis fotografias. Em três volumes e dezoito capítulos. Para leitores de The Philosopher and the Wolf e The Sound of a Wild Snail Eating.
Dois cães e uma gata entraram numa casa no Portugal rural, e uma família começou a registar o que acontecia. Rudhra chegou a chorar e parou no instante em que atravessou a soleira. Olímpia veio da natureza selvagem sem nome, sem papéis e sem ninguém à sua procura, e escolheu a sua própria gente. Thrikali ficou alguns meses e desapareceu. Ninguém se propôs fazer disto um mito. Mas os nomes foram revelando sentidos que ninguém pretendera.
E as histórias mais antigas que temos - de lobas que alimentaram gémeos abandonados, de uma deusa que chega vinda da fúria, de um deus cujo nome significa o rugido e o vermelho - continuavam a descrever o que se passava num chão comum de terracota.É este o registo. Vai dos mitos à casa e de volta, e pergunta se a divisão entre quem observa e o que é observado existe sequer - sentando o vedantino e o físico na mesma sala, seguindo o zero e o infinito do sânscrito até Oxford, e recusando-se, do princípio ao fim, a dizer ao leitor o que deve concluir.
Depois, nos últimos capítulos, são os dois animais que ficam com a palavra. Descrevem um dia que nenhum deles compreendeu e fazem as perguntas a que os seus humanos não conseguem responder - terminando com a única que sempre tiveram:O que éreis, antes de nós chegarmos?Quarenta e seis fotografias. Em três volumes e dezoito capítulos. Para leitores de The Philosopher and the Wolf e The Sound of a Wild Snail Eating.
E as histórias mais antigas que temos - de lobas que alimentaram gémeos abandonados, de uma deusa que chega vinda da fúria, de um deus cujo nome significa o rugido e o vermelho - continuavam a descrever o que se passava num chão comum de terracota.É este o registo. Vai dos mitos à casa e de volta, e pergunta se a divisão entre quem observa e o que é observado existe sequer - sentando o vedantino e o físico na mesma sala, seguindo o zero e o infinito do sânscrito até Oxford, e recusando-se, do princípio ao fim, a dizer ao leitor o que deve concluir.
Depois, nos últimos capítulos, são os dois animais que ficam com a palavra. Descrevem um dia que nenhum deles compreendeu e fazem as perguntas a que os seus humanos não conseguem responder - terminando com a única que sempre tiveram:O que éreis, antes de nós chegarmos?Quarenta e seis fotografias. Em três volumes e dezoito capítulos. Para leitores de The Philosopher and the Wolf e The Sound of a Wild Snail Eating.
Les livres de Fernando

2,99 €

9,99 €

9,99 €

9,99 €
